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Eu Li: Trinta e Poucos, Antonio Prata - Companhia das Letras

Olá!
Hoje trago para vocês o livro Trinta e Poucos, escrito por Antonio Prata, da Editora Companhia das Letras.
Esta foi uma leitura simplesmente DELICIOSA!! É o terceiro livro que eu leio do Antonio Prata. Elegi Nú, de Botas como o melhor livro que li em 2016. Discutimos o livro num dos nossos Clubes de Leitura da Companhia das Letras e a discussão foi maravilhosa! Li também As pernas da tia Corália e adorei. Antônio Prata escreve crônicas que me encantam. 
Eu adoro livros de crônicas. Algumas pessoas alegam que não gostam de ler crônicas e que muitas vezes não tem paciência. Eu, ao contrário, amo! Uma dica que eu dou é ler este tipo de livro alternando com outros gêneros literários. 
Me perguntei porque estava demorando tanto para terminar este livro e sabe o que eu descobri?! Que li devagar porque não queria terminar esta leitura. 
Dono de uma escrita deliciosa e muito bem estruturada, Antonio Prata se supera a cada livro que leio. Neste, as crônicas foram selecionadas pelo autor, entre os melhores textos que escreveu para sua coluna no jornal Folha de São Paulo. 
Sinopse: Mais que qualquer escritor em atividade, Antonio Prata é cultor do gênero - consagrado por gigantes do porte de Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino e Nelson Rodrigues - que fincou raízes por aqui- a crônica. Pode ser um par de meias, uma semente de mexerica, uma noite maldormida, a compra de um par de óculos, a tentativa de fazer exercícios abdominais. Quanto mais trivial o ponto de partida, mais cheio de sabor é o texto, mais surpreendente é a capacidade de extrair sentido e lirismo da aparente banalidade. Trinta e poucos traz crônicas selecionadas pelo próprio autor a partir de sua coluna na Folha de S.Paulo. Um mosaico com os melhores textos do principal cronista do Brasil.

Ficha técnica
Título:  Trinta e Poucos 
Autor: 
Antonio Prata
Ano: 2016 
Páginas: 232
Idioma: português
Editora: Companhia das Letras

Composição da minha avaliação:(cada item vale até 1 ponto): 
Capa: 1,00
Trama: 1,00
Diagramação: 1,00
Desenvolvimento e narrativa: 1,00
Revisão: 1,00
Nota: 5,00 - Excelente - FAVORITADO
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Achei a capa muito bacana e só agora reparei no jornal embrulhando o peixe! A diagramação da Companhia das Letras está impecável. Páginas amarelas, letras em tamanho confortável para leitura, ótimo espaçamento. As crônicas despertaram ternura, emoção e muitas risadas por aqui. Em algumas, como em Forrando a própria cova, eu ri tanto que meu marido veio ver o que eu estava achando tão engraçado. Isso gerou um fato inédito por aqui, li várias crônicas para ele durante minha leitura e este compartilhar foi muito especial. Algumas me emocionaram muito, principalmente as dedicadas aos dois filhos de Antonio,  Olívia e  Daniel, do seu casamento com a Julia. Futebol, uma meia esquecida num hotel, noites insones e outros aspectos do cotidiano, temas extremamente corriqueiros, viram ótimos textos para este fantástico autor. Trinta e quantos? Traduz minha confusão com a idade de tal forma, que poderia ter sido escrita por mim...claro que com muito menos talento.
Sobre o autor: Antonio Prata nasceu em São Paulo, em 1977.  Tem dez livros publicados, entre eles Meio intelectual, meio de esquerda (crônicas) e Felizes quase sempre (infantil, ilustrado por Laerte), ambos pela Editora 34. Escreve roteiros para televisão e cinema e mantém uma coluna no jornal Folha de S.Paulo, aos domingos.

Em dezembro de 2016 tive o prazer de conhecer Antonio Prata pessoalmente. Ele participou de um dos Segundas Intenções, da Biblioteca de São Paulo, que a cada mês traz um autor para um bate papo com os leitores. Eu adorei! Antonio foi super simpático. Tirou foto comigo e autografou o livro que levei. Contei sobre nosso clube da leitura e ele achou muito bacana.

Recomendo muito este e todos os livros do Antonio Prata. Você conhece ? Já leu algum deles? Me conta.



Comentários

  1. Nunca li nada dele. Tenho muita vontade. Só ouço maravilhas sobre esse livro e outros dele. Agora tem um porém, sou como você descreve no post, não gosto muito de crônicas. Aliás, nem muito de contos, que aprendi a gostar de tanto ler. Vou dar uma chance a crônicas, vai que me animo e vou gostar!
    Boa dica começar por esse!
    Beijos
    Adriana

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    Respostas
    1. Oi Dri!
      Ah, então experimenta! Leia as crônicas alternando com outras leituras. Tenho certeza que você pode se surpreender.
      Eu adoro a escrita dele e acho que você vai curtir também!
      Bjs, querida

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  2. Oi, Clauo!!

    Eu li Nú, de Botas dele e gostei muito da escrita, além que adoro crônicas. Quero ler esse também e espero em breve ter a oportunidade. Gostei da capa também, do peixe embrulhado em jornal.
    bjs

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    Respostas
    1. Oi Fê!
      A capa é muito legal, ne?
      LEIA!! Você vai adorar!
      Imagino que a continuação de Nú, de botas esteja pra sair...assim espero!!
      Bjs

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  3. Oi, Claudia!

    Eu li esse livro no ano passado e amei. Acho que aconteceu a mesma coisa comigo, passei um bom tempo degustando a leitura, depois descobri realmente que não queria que o livro terminasse de tão bom que estava a leitura! Li juntamente com ele um outro de crônicas do Carpinejar - Amizade é também amor e passei semanas adiando o fim, lendo de pouco mesmo, tipo uma a duas crônicas por dia! Ótima resenha!
    Abração,
    Drica.

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  4. Olá, eu gosto muito de crônicas, mas ainda não conhecia o autor nem o livro. Depois da sua resenha, com certeza vou ler o livro quando puder.

    petalasdeliberdade.blogspot.com

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  5. Eu acho que você me descreveu lá em cima kkkkk, mas em minha defesa gostaria de dizer que não é por falta de paciência e sim por serem muito curtos! Parece que quando começa a ficar bom acaba. Não conhecia o autor e gostei da apresentação, vou anotar a dica para tentar mais uma vez sair da zona de conforto!

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  6. Não li nunca nada desse autor,desconhecia por completo esse livro,pelo que contas,parece ser super interessante!! Eu ando a ler a casa da loucura de Patrick McGrath e estou super fascinada pela leitura!!

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