Parceria Editora Companhia das Letras + Lançamentos de Fevereiro

Olá queridos leitores!!
É com enorme alegria que trago para vocês a notícia da renovação da nossa parceria com a Editora Companhia das Letras. Parceria que me deixa muito, muito feliz e orgulhosa. Muito obrigada pelo carinho e confiança, Companhia das Letras!! 
E lá vamos nós para mais um ano de leituras sensacionais e muitas novidades ótimas por aqui. Vou contar tudo, podem esperar. Para começar bem no nosso ano de parceria, trago hoje os lançamentos de fevereiro. Tem muita novidade boa e variada, vamos conferir? Quais vocês querem ler? Adivinhem qual escolhi para ler neste mês. Volto logo com mais notícias!

Companhia das Letras
Se a rua Beale falasse, de James Baldwin
Lançado em 1974, o quinto romance de James Baldwin narra os esforços de Tish para provar a inocência de Fonny, seu noivo, preso injustamente. Livro que inspirou o filme homônimo dirigido por Barry Jenkins, vencedor do Oscar por Moonlight. Tish tem dezenove anos quando descobre que está grávida de Fonny, de 22. A sólida história de amor dos dois é interrompida bruscamente quando o rapaz é acusado de ter estuprado uma porto-riquenha, embora não haja nenhuma prova que o incrimine. Convicta da honestidade do noivo, Tish mobiliza sua família e advogados na tentativa de libertá-lo da prisão. Se a rua Beale falasse é um romance comovente que tem o Harlem da década de 1970 como pano de fundo. Ao revelar as incertezas do futuro, a trama joga luz sobre o desespero, a tristeza e a esperança trazidos a reboque de uma sentença anunciada em um país onde a discriminação racial está profundamente arraigada no cotidiano. Esta edição tem tradução de Jorio Dauster e inclui posfácio de Márcio Macedo.

Cat person e outros contos, de Kristen Roupenian
Nesta reunião de doze contos que tratam de amor, desejo, poder e consentimento, Kristen Roupenian se revela uma das vozes mais originais e provocativas da ficção contemporânea. Kristen Roupenian era uma autora desconhecida até a publicação de “Cat Person”, em dezembro de 2017, no site da revista New Yorker. Narrando o encontro de Margot, de vinte anos, com Robert, de 34, a história toma rumos inesperados ao abordar as expectativas frustradas, as questões de gênero e as relações pautadas pelas dinâmicas digitais. O conto ganhou alcance excepcional e se tornou um fenômeno editorial ao retratar, numa prosa surpreendente e eletrizante, o amor em nossos tempos. Ao longo de doze histórias, com tom ora sombrio, ora hilariante, a escritora explora com sensibilidade aguda e imaginação selvagem a realidade contemporânea com tintas por vezes absurdas — e até mesmo assustadoras. Esta reunião de contos apresenta uma galeria de personagens profundamente humanos e, por isso mesmo, estranhamente inquietantes, que buscam se relacionar em dias marcados por angústias, contradições, perversões e uma dificuldade intransponível de comunicação.

Livre para voar: A jornada de um pai e a luta pela igualdade, de Ziauddin Yousafzai e Louise Carpenter
Neste relato comovente sobre amor, paternidade e luta por direitos, Ziauddin Yousafzai, o pai da Malala, rememora sua história e sua longa batalha para que meninos e meninas tenham as mesmas oportunidades. Um livro para todos aqueles que desejam criar seus filhos num mundo mais justo e igualitário. Ziauddin Yousafzai tem motivos de sobra para ser um pai orgulhoso: Malala sobreviveu a um atentado do Talibã, ingressou na prestigiosa Universidade de Oxford e se tornou a mais jovem vencedora do prêmio Nobel da paz e uma das principais vozes da luta pelos direitos das mulheres. O que ele fez para criar uma menina tão extraordinária? A resposta é mais trivial do que se imagina: educou-a com amor, incentivo e gentileza — e sobretudo com a convicção de que sua filha era digna das mesmas oportunidades que os meninos recebem. Livre para voar é o relato inspirador de um menino gago que cresceu em uma pequena vila no Paquistão e se tornou um dos grandes ativistas pela igualdade de gênero. Exemplo para os pais que querem que seus filhos façam a diferença, Ziauddin mostra como o respeito e a educação são capazes de criar um mundo melhor para todas as crianças.

Os meninos de Nápoles, de Roberto Saviano
Com ritmo eletrizante e prosa brutal, Roberto Saviano narra a ascensão de uma gangue juvenil na violenta. Nápoles dos dias atuais. Do premiado autor de Gomorra e Zero zero zero. Um novo tipo de gangue domina as ruas de Nápoles: as “paranzas”, grupos de adolescentes que dividem seu tempo entre o Facebook e o video game e circulam com pistolas e AK-47s, aterrorizando os moradores e marcando território para seus chefes, ligados à máfia. Os meninos de Nápoles conta a história da ascensão de uma dessas paranzas e de seu líder, Nicolas Fiorillo, conhecido por amigos e inimigos como o Marajá. Seduzido pela perspectiva de imprimir seu nome na história, ele não medirá esforços para conquistar o bairro de Forcella — sem levar em conta, porém, que ambição, dinheiro e poder acarretariam consequências inimagináveis. Com toda a vivacidade e a perspicácia que fizeram de Gomorra uma sensação mundial, o premiado escritor Roberto Saviano nos transporta para as violentas terras italianas neste romance de tirar o fôlego. “Saviano está de volta para contar a história de uma Nápoles brutal e agonizante.” — Elena Ferrante.

O corvo, de Edgar Allan Poe
O poema mais assustador da literatura ocidental e suas traduções. “A morte de uma mulher bela é, sem sombra de dúvida, o tema mais poético do mundo.” Assim Edgar Allan Poe justificaria a gênese de “O corvo”, poema publicado sob pseudônimo originalmente em 1845. Mas o que faz com que esses versos hipnotizantes sobre perda e desejo, escritos de modo tão calculado pelo mestre do terror há quase dois séculos, tenham merecido tantos elogios e tamanha controvérsia? Nesta edição, o leitor vai conhecer as traduções mais notáveis de “O corvo” para a nossa língua — as de Fernando Pessoa e Machado de Assis —, analisadas pelo poeta, tradutor e professor Paulo Henriques Britto, que também traduz três textos fundamentais de Poe sobre poesia (“A filosofia da composição”, “A razão do verso” e “O princípio poético”) e examina a faceta ensaística do escritor.

SEGUINTE
Mulheres na luta: 150 anos em busca de liberdade, igualdade e sororidade, de Jenny Jordahl e Marta Breen
O movimento feminista em quadrinhos, para jovens e adultos. Há 150 anos, a vida das mulheres era muito diferente: elas não podiam tomar decisões sobre seu corpo, votar ou ganhar o próprio dinheiro. Quando nasciam, os pais estavam no comando; depois, os maridos. O cenário só começou a mudar quando elas passaram a se organizar e a lutar por liberdade e igualdade. Neste livro, Marta Breen e Jenny Jordahl destacam batalhas históricas das mulheres — pelo direito à educação, pela participação na política, pelo uso de contraceptivos, por igualdade no mercado de trabalho, entre várias outras —, relacionando-as a diversos movimentos sociais. O resultado é um rico panorama da luta feminista, que mostra o avanço que já foi feito — e tudo o que ainda precisamos conquistar.

COMPANHIA DAS LETRINHAS
Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato
O mais clássico dos livros de Monteiro Lobato ganha nova edição de luxo, com ilustrações da premiada artista Lole e organização de Marisa Lajolo, a maior especialista da obra lobatiana no Brasil. Reinações de Narizinho é o primeiro de uma série de livros que abriria as porteiras do Sítio do Picapau Amarelo para os pequenos leitores do Brasil. Com seu universo único e encantador, as aventuras que Narizinho, Pedrinho, Emília e tantos outros personagens vivem nos arredores do Sítio e no Reino das Águas Claras marcaram a história da literatura brasileira e consagraram Monteiro Lobato como o grande nome de nossa literatura infantojuvenil. Esta nova edição de luxo, organizada por Marisa Lajolo, vem acompanhada por um texto introdutório que explica o contexto cultural da época de publicação do livro e debate as questões polêmicas relacionadas à obra de Monteiro Lobato. Traz também notas de rodapé em formato de diálogo entre as personagens, que explicam o vocabulário e os costumes do Brasil da década de 1920, além de ilustrações que reinterpretam a turma do Sítio.

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